Descupinização: 9 Verdades que você precisa saber!

A descupinização é uma solução indispensável para lidar com os cupins que são pragas silenciosas, capazes de destruir ambientes antes de notarmos sua presença! Veja mais sobre essa técnica!

Quando descobrimos em nossa casa ou ouvimos um amigo reclamar desesperado dos estragos dos cupins em um quarto inteiro, percebemos como a Descupinização é fundamental para evitar prejuízos tão grandes.

Os cupins são pragas silenciosas, com populações inimagináveis em espaços mínimos e uma capacidade de destruição quase inacreditável em comparação com punhados desses insetos que parecem quase inofensivos.

Só parecem. Apesar de não transmitirem doenças, eles atacam a qualidade de vida nas residências e empresas e exigem toda a atenção, pois os habitat podem ser os mais variados.

Criar um controle natural ou biológico para afastar ou dizimar cupins não é uma tarefa simples. Por esse motivo, e pela velocidade de crescimento e poder destruidor das colônias, é indispensável usar soluções profissionais e eficientes.

Uma descupinização pode garantir a integridade do ambiente e parar as atividades de uma colônia, não importando o tamanho e a localização dela.

Mas você conhece essa técnica de combate? Vamos falar da descupinização: X respostas que vão ajudar você a proteger sua casa e sua família.

01 – Mas antes: qual o básico que devemos saber sobre os cupins?

Os cupins, como falamos anteriormente, são uma das pragas mais nocivas no dia a dia das grandes cidades pois trabalha silenciosamente e contando muito com a falta de observação das pessoas.

Quando notamos a presença dessa praga, normalmente já existem grandes colônias.

Se formam em sociedades numerosas e extremamente organizadas, trabalhando juntos pela conquista de espaços e na busca de refúgio e alimento. E são vorazes, podem consumir peças de roupas, outros tecidos e pedaços de madeira em poucas horas ou dias.

Como os cupins se alimentam e onde vivem?

Normalmente associamos os cupins ao hábito de consumir madeira, o que não deixa de ser verdade, pois a celulose presente nesse material é a principal fonte de alimento. O papel, derivado da madeira e presente em livros, revistas e jornais, também é um material muito procurado.

Mas não se engane, o cardápio é bem maior: roupas com algodão (outra preferência), cereais e até concreto, conforme a espécie.

Sobre o habitat, os cupins são uma das pragas mais versáteis; podem viver com conforto em estrutura de madeira e concreto de uma residência.

As áreas preferidas são as frestas e buracos em paredes, espaços em telhados e em móveis de madeira, pois são locais onde ficam bem escondidos de predadores naturais e da vista humana.

Quais os cupins mais comuns no Brasil?

No Brasil podemos encontrar cerca de trezentas espécies de cupins, sendo que três espécies são as que aparecem com frequência nas cidades:

  • Cupins de madeira seca – são os mais comuns;
  • Cupins coleópteros – se alimentam de madeira e de grãos e cereais;
  • Cupins subterrâneos – é a espécie mais versátil e mais agressiva.

02 – Quando devemos decidir por fazer uma descupinização?

Essa é uma pergunta difícil de ser respondida se pensarmos quais momentos indicam que uma área está sofrendo uma infestação de cupins.

Evidentemente, podemos verificar várias situações clássicas, como o ataque a gavetas e prateleiras de madeira ou o trânsito de pragas saindo de tomadas. Mas esse momento pode ser tarde demais.

Quase sempre, quando o problema torna-se visível, é um sinal de algo muito maior está acontecendo e o nível de destruição já é grande nas estruturas. Por esse motivo, o que podemos fazer nas residências e empresas é prestar atenção ao ambiente no entorno.

Outra forma de evitar um ataque dessa praga é contratar uma empresa descupinizadora, um para que ela inspecione o imóvel em todos os pontos onde é possível que ela se instale e faça colônias.

Os técnicos têm experiência para identificar sinais da presença de cupins e, eventualmente, definir a espécie e qual a técnica mais apropriada – por exemplo, se o foco está em um armário de madeira ou em paredes.

 

03 – Quais as técnicas de descupinização que podem ser usadas?

As diferentes formas de descupinizar ambientes têm muita relação com os locais onde estão as infestações da praga. Vamos falar das principais.

Descupinização localizada

Esse tratamento consiste em atuar isoladamente na área afetada, aplicando um produto – a calda cupinicida – diretamente no foco dos cupins. É recomendado, por exemplo, numa infestação que ainda está isolada em um cômodo da casa ou em um móvel.

Descupinização com barreira química

Essa técnica é usada quando o ataque de cupins tem origem ou está focado no subterrâneo do terreno ou seu entorno – terrenos abandonados ou áreas de florestamento.

É usada contra cupins subterrâneos; um produto especial é injetado no solo, no teto e nas paredes do imóvel, de forma a bloquear a entrada dos cupins.

Descupinização com tratamento em madeiramento

É o tipo mais comum de descupinização, pois trata das áreas de madeira que foram atacadas ou estão em áreas com potencial de infestação.

Um inseticida é aplicado em pequenos furos dentro da estrutura de madeira – pode ser um armário, uma cama ou até grandes estruturas – para dizimar a praga e após isso é feita uma pulverização na parte externa para impedir uma nova infestação.

Descupinização com tratamento de conduítes

Os conduítes são o melhor caminho para os cupins chegarem em diversas estruturas do imóvel. Por esse motivo, existe uma técnica específica, já que é uma área bastante sensível, com fios, tomadas nas extremidades.

O processo consiste em aplicar um produto químico em pó para bloquear a passagem e afastar a praga.

04 – Como é planejada a descupinização?

A descupinização é um trabalho desenvolvido em três grandes etapas:

1 – Investigação

O técnico especializado (ou um equipe, dependendo da extensão) vai mapear toda a área em busca dos núcleos de cupinzeiros – onde deve acontecer o ataque para que seja eficaz.

Além disso, ele vai identificar a espécie de cupim para definir o método e avaliar o nível de comprometimento das estruturas.

2 – Definir o método

Essa escolha é feita a partir das espécies identificadas (pode haver mais de uma), as localizações e o tamanhos das colônias.

Também é definida a quantidade do produto a ser usada (que pode impactar no preço do serviço) e que medidas preventivas precisarão ser tomadas para evitar a recorrência.

3 – Executar a descupinização

Nessa fase, as empresas com boas práticas:

  • Orientam seus clientes sobre as medidas prévias para o trabalho – recolher roupas, afastar crianças e animais, entre outras);
  • Executam o serviço com equipamentos de proteção adequados;
  • Informam sobre as normas que devem ser seguidas após a execução do trabalho.

05 – A descupinização é um método totalmente eficiente?

Quando falamos do controle e combate de pragas, não há como garantir um método com certeza absoluta de eficácia e por um motivo simples: as espécies se adaptam a novas condições ambientais de tempos em tempos.

Além disso, existem alguns obstáculos que podem não ser possíveis de visualizar durante a investigação, como a real profundidade de um cupinzeiro em um terreno ou numa parede.

De qualquer forma, ainda são extremamente importantes para dizimar ao máximo os cupins. Existe a renovação de controle que é obrigatória após o período de atividade do produto que é dado pela empresa.

E tão importante quanto aplicar o combate é fazê-lo através de uma empresa confiável (link para página Empresas), que dê garantia dos serviços e se preocupe também – e especialmente – em orientar sobre a prevenção e a periodicidade do serviço.

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06 – Com que frequência devemos fazer a descupinização na nossa casa?

Esse prazo dependerá muito da situação em que se encontram as diversas áreas onde os cupins podem se alojar – e também se existem falhas que favoreçam, como falhas em paredes.

É certo que, quando mais próximo do solo estiver o imóvel, mais frequente deve ser o combate – no máximo semestralmente, se não houver histórico e fatores no entorno que possam favorecer, como árvores grandes e velhas.

Por essa razão, deve-se cobrar também dos condomínios que façam periodicamente e, nesse caso, recomenda-se a cada três meses, principalmente se já houve um ocorrência.

Muitas pessoas e síndicos consideram um exagero essa periodicidade, mas é bom lembrar que um ataque de cupins leva pouco tempo para grandes estragos, em especial com objetos mais maleáveis como roupas e livros ou se encontrar madeira velha ou podre.

07 – A descupinização também deve ser feitas nas ruas?

Com certeza, sim!

Com o crescimento desordenado de inúmeras regiões, é comum encontrarmos locais que podem se tornar verdadeiras colônias de férias para os cupins.

As árvores envelhecidas e com rachaduras ou buracos são um dos abrigos preferidos, já que a praga encontra ali todas as condições ideais de vida.

Outros locais que precisam de atenção são os acúmulos de madeiras em pátios ou obras e de papéis (jornais, revistas, livros) em áreas de lixo e terrenos baldios.

Além dos estragos e do perigo que pode representar uma árvore grande sendo consumida, por exemplo, nesses ambientes os cupins podem proliferar com muita velocidade e chegar a populações imensas, depois atacando os imóveis próximos.

É essencial alertar a autoridade sanitária do município para possíveis focos. Afinal, uma infestação na rua ou em um terreno abandonado pode afetar toda a vizinhança.

08 – O que fazer após o imóvel ser descupinizado?

Todos os diferentes produtos usados nas técnicas de ataque aos cupins tem graus de toxicidade variados e, portanto, é preciso ter alguns cuidados após descupinizar o local. Vamos falar dos principais.

  • É extremamente importante que crianças, idosos, grávidas e pessoas acamadas ou com a saúde debilitada sejam retirados do ambiente por pelo menos doze horas. São organismos mais sensíveis aos efeitos dos produtos se mantiverem uma proximidade;
  • No caso dos animais e crianças pequenas, essa recomendação é ainda maior, pois eles podem tocar o veneno ou colocar as mãos em áreas onde o produto foi pulverizado. O tempo de ausência deve ser de vinte e quatro horas.
  • Os adultos saudáveis devem ficar ausentes por, no mínimo, três horas;
  • As janelas e portas devem ser mantidas abertas para que a circulação do ar carregue os gases nocivos que são formados;
  • Fazer uma higienização completa após o técnico dar o trabalho como finalizado, para remover resíduos do produto usado e ovos de cupins. Mas o trabalho deve ser feito apenas com água, sem produto químico, por uma semana.

09 – Os métodos caseiros de descupinizar surtem efeito?

Ao contrário das receitas caseiras contra baratas, onde alguns métodos têm uma relativa eficácia, em virtude do comportamento dessa praga, raramente os métodos caseiros são eficazes no combate dos cupins.

Muitas pessoas envernizam os objetos de madeira, mas isso não tem impacto sobre a praga; ela se aloja e se alimenta do miolo das peças e o verniz pode funcionar o contrário do esperado, já que trará a sensação de bloqueio e protegerá os cupins de um novo ataque humano.

Aplicar querosene ou óleo de carro nas estruturas também não tem resultados animadores e ainda pode representar um perigo de acidentes graves porque são inflamáveis. E nem devem ser colocados próximos de tomadas, por questões óbvias.

Os cupinicidas vendidos em mercados tem efeito limitado, apenas dizimam a praga que está evidente, mas duram pouco. Dessa forma, não atacam a fonte do problema e nem bloqueiam a área contra novos ataques.

De forma geral, a melhor ação é sempre estar atento a sinais de cupins – os farelos que deixam da sobre de madeiras ou tecidos, materiais desgastados – e acionar uma empresa especializada.

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Como podemos ver nesse artigo, a Descupinização é um processo fundamental para livrar os ambientes dessa que é uma das maiores pragas urbanas e de difícil combate, principalmente por ser silenciosa e poder ficar dentro de estruturas durante toda a vida.

As opções domésticas de ataque, além de poucas, não são eficientes e pode mascarar o problema, que acaba voltando com mais força. Dessa forma, é importante investir em prevenção com um profissional e, se for necessário, o combate.

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