8 VERDADES sobre Cupins e Brocas que você precisa conhecer!

Aquele pozinho dentro dos móveis é o terror de todas as pessoas: existe um batalhão de cupins ou de brocas agindo! Os prejuízos são certos e precisamos conhecer essas pragas para evitar grandes perdas!

Pode ser naqueles grandes montes em terrenos ou montinhos de um pó fino embaixo de uma mesa; os Cupins estão presentes e prontos para criar grandes prejuízos por onde passam.

E o que muitas pessoas desconhecem é que os insetos das lâmpadas, que aparecem em grandes grupos nos fins de tardes quentes de verão e perdem suas asas perto das luzes são os cupins em seu processo de acasalamento para a criação de novas colônias.

São grandes sociedades hierarquizadas e onde serão gerados milhões de indivíduos anualmente, tornando-se uma das maiores pragas do mundo, tanto nas áreas urbanas quanto nos campos.

Os cupins e brocas são um dos maiores desafios no combate aos animais destruidores, por sua característica de vida e de reprodução. Silenciosamente, eles vão destruir móveis, livros, roupas e até mesmo o concreto para se alimentar.

Por isso é tão importante investir na prevenção e principalmente no combate mais precoce possível. Afinal, cada dia que adiamos para investir em uma descupinização, é mais um dia de destruição e perdas grandes.

Para ajudar você nessa decisão, vamos falar de 8 fatos sobre Cupins e Brocas que ajudam a conhecer e prevenir-se dessas pragas!

01 – Cupins e brocas: as ameaças silenciosas e dissimuladas!

Quem puder olhar de perto para um cupim ou broca, nunca vai imaginar que esses insetos são capazes de destruições de grandes proporções e que podem surpreender moradores ou empresas quando já é tarde para evitar os prejuízos – e sérios riscos.

São animais que chegam, no máximo, a 2,5 cm de comprimento, tem patas pequenas, uma cabeça notadamente grande e algumas espécies têm asas. A cor, em geral, é em tons claros, o que faz com que as pessoas confundam com formigas urbanas.

Um traço marcante são as mandíbulas fortes e com alto poder para abrir passagens em materiais como a madeira e o concreto.

02 – Qual o habitat dos cupins e brocas?

Essas pragas se instalam e formam suas sociedades nos mais variados lugares, conforme a necessidade de cada espécie.

O rastro de destruição é grande.

Podem criar colônias subterrâneas e atacar fundações de imóveis, os colocando em sério risco. Mesmo morando em cupinzeiros criados em terrenos, podem se deslocar diariamente e se alimentar de estruturas de madeira próximas.

Dentro dos imóveis, os lugares preferidos são os armários, mesas e outras peças de madeira, buracos e fendas em paredes, frestas em janelas, sustentações de telhados e conduítes.

Todos esses locais devem permitir que as sociedades sejam criadas e os indivíduos tenham mobilidade para sair, alimentar-se, trazer alimento para o rei e a rainha da colônia e retornar.

Cupins são uma grande ameaça fora dos imóveis

Alguns fatores para o crescimento das populações de cupins e brocas estão fora das casas e empresas.

  • Árvores com infestação e deterioração interna;
  • Falta de cuidado com terrenos abandonados e baldios;
  • Aterros sanitários com acúmulo de produtos compostos de celulose – madeira, tecidos e papel;
  • Pátios com grandes quantidades de madeira.

É extremamente importante que cada cidadão observe se há indícios de colônias nesses lugares e comunique imediatamente as autoridades locais, pois a tendência é que a praga se alastre e busque mais alimentos nas residências e empresas.

Existe madeira “à prova” de cupins e brocas?

De uma forma definitiva, podemos dizer que não. Porém, existem alguns tipos de madeira de lei que são altamente resistentes ao ataque dessas pragas.

  • Jacarandá
  • Massaranduba
  • Peroba

Porém, existem evidências de ataques, mesmo que em uma proporção pequena. Além disso, são tipos de madeira controladas legalmente para uso.

03 – Os “insetos das lâmpadas” são a prévia de um desastre!

Em todos os verões das cidades brasileiras, especialmente onde as temperaturas são as mais altas e em dias com alta umidade, é comum vermos revoadas de pequenos insetos em torno e na direção de lâmpadas e outros pontos de luz.

De repente, começam a perder suas asas e caem no chão. Quando achamos que eles estão perdidos, é justamente quando tudo começa: são os cupins, machos e fêmeas, que se formarão em casais e vão procurar um lugar seguro para criar novas colônias.

Em razão do desconhecimento, eles recebem outros nomes, como siriri ou aleluia, conforme a região brasileira onde surgem.

Só esse ritual já é suficiente para termos o máximo de cuidado com a presença deles nas redondezas, pois certamente buscarão os mais variados lugares para se multiplicar e se alimentar.

Portanto, na próxima vez que alguns insetos alados cercarem a luminária da sua cozinha, não tenha dúvidas: ali está nascendo uma sociedade com alto poder destruidor!

Como evitar os “insetos das lâmpadas”?

Esse ritual dura uma hora, em média, e pode acontecer por um ou dois dias – dificilmente por mais tempo, pois dependem da conjunção de condições ideais de temperatura e umidade.

As medidas são tão simples quanto o ritual de acasalamento da praga:

  • Mantenha todas as portas e janelas fechadas assim que notar a presença deles;
  • Diminua ao máximo a quantidade de luzes durante o período;

Caso a invasão seja inevitável, use uma solução básica: coloque uma bacia com água abaixo das fontes de luz. Assim que os insetos perderem as asas, cairão na água.

04 – Quais as espécies de cupins que existem no mundo?

Os cupins são uma das espécies com o maior número de espécies e indivíduos no planeta. Estudos falam de milhares de tipos, vivendo nos mais variados ambientes rurais e urbanos.

No Brasil, calcula-se em torno de trezentas espécies presentes e podemos concentrar as espécies que impactam na vida das pessoas em três modalidades com características bem definidas. Vamos falar de cada uma delas:

04.1 – Cupins subterrâneos

Certamente essa é a espécie mais perigosa e destrutiva dentre todas. E não faltam motivos para redobrarmos o cuidado com ela.

As colônias dessa espécie se instalam no interior do solo de terrenos vazios ou com área construída. São os grandes cupinzeiros que conhecemos, um local mais seguro contra ação humana e de predadores.

Os cupins de solo são extremamente agressivos no comportamento: atacam estruturas de concreto para criar as galerias e passagens e chegar nas estruturas de madeira dentro dos imóveis.

O ritual é diário e simples: a colônia está instalada no subsolo e os indivíduos se deslocam em busca de alimento, retornando para buscar umidade, que é fundamental para a sobrevivência deles.

04.2 – Cupins de madeira

O nome já traduz tudo: é a espécie conhecida por viver e se alimentar de madeira. Porém, o rastro de destruição pode ser ainda maior, pois o alimento deles é a celulose, na verdade.

Dessa forma, o cardápio dos cupins de madeira também envolve, além de móveis e peças de madeira, muitas peças de roupa, outros tecidos de algodão e papel em livros, revistas e jornais.

Por esse motivo, é a espécie mais presente nas áreas povoadas, onde existe alimento em abundância – e são responsáveis pelas revoadas de insetos da luz que comentamos anteriormente.

O comportamento de habitação e alimentação é similar aos exemplares subterrâneos: abrem galerias em objetos de madeira, onde formam as sociedades, mas com uma diferença: se alimentam do próprio material interno.

Além disso, também saem das galerias para se alimentar de outras fontes de celulose. Uma das mais arriscadas são as estruturas de telhados.

Como o processo de devastação é feito do interior para o exterior, quando percebemos o estrago visível – através das fezes postadas do lado de fora – é porque o objeto já está completamente comprometido.

Mas pode ficar pior: é comum que essa espécie também se alimente de concreto na alvenaria, onde criam as suas galerias quando os alimentos preferidos ficam escassas ou são protegidos.

Por esse motivo, é fundamental um trabalho de controle de pragas muito abrangente para evitar que os cupins de madeira continuem infestando o ambiente e deteriorando perigosamente os alicerces, paredes e até instalações elétricas.

04.3 – Brocas ou carunchos

Muitas pessoas não imaginam mas as brocas podem representar cerca de 40% das espécies de cupins conhecidas no mundo.

A dieta dessa espécie é feita das fontes de celulose e de cereais. Por esse motivo, é bastante comum em depósitos de alimentos, mercearias, celeiros e outras áreas rurais.

Curiosamente, a broca é mais fácil de ser identificada, pois seus ovos sempre estão postados na superfície dos objetos de madeira, diferentemente dos cupins de madeira, mas o estrago que as larvas fazem depois que nascem é ainda maior.

Elas se infiltram na madeira sem abrir galerias ou deixar rastros e se alimentam da madeira de uma forma ainda mais invisível que a outra espécie.

05 – Como os cupins convivem e se reproduzem?

Os cupins são animais extremamente sociais e vivem em grandes comunidades – as colônias – onde há níveis hierárquicos claramente definidos.

  • Rei e rainha: são o casal criado originalmente – muitas vezes no ritual da luz – e que procriam diversas vezes ao longo de suas vidas para formar a colônia. A rainha pode viver até cinquenta anos e gerar três milhões de ovos anualmente e sem interrupção;
  • Operários: são os indivíduos estéreis (fêmeas e machos) responsáveis pela criação dos túneis e pela procura de alimento para a comunidade;
  • Soldados: são os indivíduos mais agressivos e que cuidam da segurança do cupinzeiro contra ataques.

Não há mudança de perfil de cada indivíduo durante toda a sua vida na comunidade.

06 – Como identificar a presença de cupins e brocas no ambiente?

Infelizmente, uma infestação de cupins ou brocas é identificada, na maioria das vezes, quando é mais difícil o combate com recursos caseiros ou até mesmo com a descupinização.

Algumas situações, porém, podem indicar a presença em um estágio menos avançado e reduzir ao máximo os impactos e riscos.

Presença de montes de granulados

Os montinhos de material granulado podem ser as fezes que os insetos depositam na superfície de objetos, principalmente de madeira.

Isso significa que existe uma colônia próxima e uma medida simples é dar batidas no móvel e notar se caem granulados de dentro dele para confirmar.

Defeitos na superfície de móveis

Várias imperfeições em peças de madeira podem ser indicativos de que há cupins:

  • Rachaduras sem explicação e que formam um túnel interno;
  • Ondulações;
  • Afundamentos em virtude da escavação excessiva no interior.

Túneis sem explicação

Uma das principais características dessas pragas é construir túneis em alicerces, paredes, vigas e pilares de apoio.

Os túneis são a forma segura da praga se locomover no ambiente para buscar alimento e preservar a colônia. Para confirmar a existência, pressione os túneis para verificar se há movimento do inseto.

Cenários com característica de infiltração

Em muitas ocasiões, os estofamentos em pisos, tetos e paredes e deformações em batentes são causados pela presença e ação dos cupins. Com o passar do tempo, o local apresenta um cheiro de mofo, o que reforça a ideia de que existe um cupinzeiro.

Focos de pó de gesso

É possível que os cupins se alimentem de gesso – afinal, as espécies se adaptam, com o tempo, às condições adversas, como a retirada de peças de madeira ou após reformas. Se encontrar montes de pó de gesso sem um motivo possível, pode haver um foco.

07 – Receitas caseiras de combate aos cupins e brocas funcionam?

Infelizmente, a notícia não é boa: diversos estudam mostram que as receitas caseiras não dizimam nem impedem o crescimento dessa praga na maioria dos casos.

O principal motivo é que elas são usadas para atacar superficialmente – como o tratamento em madeiras – quando o foco está dentro das estruturas, onde é mais difícil atingi-lo.

De qualquer forma, são opções simples e baratas para tentar combatê-los.

  • O vinagre pode ter efeito positivo apenas na fase inicial da infestação;
  • Vaporização de ácido bórico;
  • Borrifar mistura de óleo de cravo e água no começo do processo;
  • Aplicação de querosene em spray.

Tenha atenção com a toxicidade de alguns produtos em lugares próximos de alimentos e água corrente e ao alcance de crianças e animais domésticos.

08 – E se nada der certo no combate aos cupins e brocas?

Detectar a presença de cupins em um imóvel não é uma tarefa simples durante a fase inicial da infestação. E as chances de sucesso ao combater na fase avançada, com recursos caseiros, é muito pequena.

Então como devemos fazer para nos livrarmos dessa praga tão numerosa e destrutiva?

O processo de descupinização é a alternativa ideal para dizimar esses insetos.

E é recomendado que uma empresa descupinizadora seja contatada e não só na hora de atacar infestações, mas também como uma ação preventiva. Os técnicos podem, com sua vasta experiência, avaliar situações favoráveis à proliferação no imóvel.

Com isso, vão propor a técnica mais adequada para cada ocorrência.

Como podemos ver nesse artigo, os cupins e brocas são uma das pragas mais presentes no dia a dia das sociedades e, por sua vez, são altamente destrutivos. De mesas de madeira a estruturas inteiras de alicerce e telhados, nada pode deter um exército faminto como esse.

Investir na descupinização é fundamental para agir preventivamente e evitar prejuízos incalculáveis e acidentes graves!

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